Entendendo que os espaços independentes são espaços indispensáveis na concorrência das políticas de representação, mapas cognitivos e na disputa quanto aos regimes de verdade, ficamos extremamente honrados e contentes com a possibilidade de ocupar o espaço da APILASTRA. Temos buscado uma forma de especular a Dobra e através dela, intervindo em processos complexos de forjamento das construções de (in)versões de fatos históricos, ligados aos sujeitos, racializados e/ou sexualmente não comprometidos com as normativas de matriz oficial e hegemônica, cisbrancoheteropatriarcal. Para tanto, ficcionalizamos essa exposição coletivamente objetivando mobilizar aspectos no âmbito do ecológico, social e espiritual. A Dobra é o que religa o dentro e fora dos campos de Visualidades e Invisibilidades, dialogando com o que está estruturalmente fora, se comprometendo com aquilo que historicamente ficou no campo do esquecimento, negociando com o que é dentro, ainda que dentro-fora, friccionando arqui...